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Pitadas Culturais

Espetáculo “Heitor” se apresenta no Centro Cultural Urucuia, no Barreiro

Heitor

Depois de sucesso na internet nos tempos de pandemia, e de ter passados por outros espaços culturais da região, o espetáculo “Heitor” encerra a temporada com apresentações neste domingo (03), no Centro Cultural Urucuia, no Barreiro.

“Era preciso caminhar pela casa vazia, em cada quarto reencontrar os fantasmas, em cada azulejo rabiscado desenhar uma memória”.    Com dramaturgia de Francisco Falabella Rocha e direção de Rodrigo Mangah, a obra teatral Heitor ganha vida através de um processo teatral colaborativo e intenso.

A proposta do espetáculo resultado do trabalho do Grupo Contracena é se transformar cenicamente a partir das experiências de troca com o público. O projeto foi realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte / Edital Descentra.

“Heitor” é fruto de uma cena curta elaborada pelo ator monologuista Rafael Eleotério, que ao longo dos anos vêm pesquisando e agregando técnica ao trabalho. No ano de 2019, o espetáculo teve sua primeira mostra de processo em Belo Horizonte-MG, com o objetivo de dialogar com o público e trabalhar a peça para a estreia. Porém, em 2020 era decretado o isolamento social devido à COVID-19 – o que impactou na continuidade do fazer artístico. Como a arte é uma necessidade e o artista é um ser transformador, a pesquisa continua dentro de casa.

Nesse momento Francisco Falabella Rocha é convidado para compor essa pesquisa, e hoje, assina a dramaturgia. Após a liberação das atividades presenciais, voltamos às salas de ensaio para continuar e concluir um espetáculo mais maduro e consistente. E nesse reencontro, mais do que nunca, Heitor é fruto da necessidade de expressar-se.

“Hoje o nosso objetivo em circular com “Heitor” pelos centros culturais é para que a gente possa chegar nos aproximar pessoas. Para a gente descentralizar a arte, democratizar o acesso, democratizando.  O teatro nunca está pronto e ouvir o público é fundamental”, lembra Rodrigo Mangah, diretor da peça.

E uma vez que estamos vindo de uma pandemia a peça é no mínimo uma reflexão dos sonhos.  Heitor caminha pela casa vazia, em cada quarto reencontra os fantasmas, em cada azulejo rabiscado encontra uma memória e aprende que “a vida é tijolo, concreto que esmaga. O menino que mente voar, logo percebe a realidade do mundo: o tombo, a queda. É preciso se levantar e sonhar de novo.”

Os ingressos podem ser retirados gratuitamente até 15 minutos antes das apresentações.

Serviço:
Heitor
Centro Cultural Urucuia
Endereço:  R. W-3, 500 – Pongelupe, Belo Horizonte – MG, 30628-175
Entrada: Gratuita
03/09 – domingo – 19h

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